É porque tudo isso tem que acompanhar uma pulsação que não é a dele ou a dela um pulso sem controle uma impulsão e esse ritmo às vezes vem atropelado e infreável tal como fala sem respiração. Outra vez é calmo, espaçado, sereno e pausado. É quando se encontra em seu estágio de labutação, de olhar, hibernardo em si. Quando não é aquele alvoroço de sensações de gosto e cheiros e sentidos epifanias de um ser que não é ele e que por habitá-lo habita-o e transborda-o. Não se sabe, ao certo onde se está agora, talvez o ritmo venha se ditando, se impondo, aos, poucos, mormente, docemente até que descambe na já tão conhecida impetuosidade que aos poucos adere-se à pele adentra a pele e torna-se pele fazendo-a um leitmotiv e que vírgulas e pontos façam-se necessários quiçá um ponto final. Até que tudo se torne o que era, porque tudo isso tem que acompanhar uma pulsação
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
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